quinta-feira, 2 de julho de 2009

Verão

O areal ainda é vosso, minhas princesas...
O hastear das bandeiras, de Portugal, do Município da Nazaré e a Bandeira Azul, certifica a qualidade da praia e da água do mar

Alguns elementos da fanfarra dos Bombeiros da Nazaré que animaram musicalmente o acontecimento e outros espectadores


Temos a nossa praia com um certo ar das Caraíbas, ou do Havai... palmeiras com escorregas onde as crianças se divertirão mais ainda este ano



Alguns banheiros "compondo" a praia, colocando as barracas que se "vestiram" ontem
Apenas o rei astro, o nosso sol, anda um pouco fugidio... o mar continua calmo e baixo, as marés vazam mais ainda e a água está mais transparente que nunca!
Um mimo para quem gosta mesmo de praia!
Fica o convite, apareçam na nossa praia, que é de gente boa e que sabe receber, onde temos boa restauração e diversão programada para todas as noites em diversos locais e onde a nossa música dos nossos artistas nazarenos irão proporcionar belos espectáculos, assim como o rancho folclórico Tá-Mar da Nazaré!
E mais não digo, seria apenas mais repetitiva... há de tudo um pouco, e se forem para norte, lá para os lados da "fontinha"... bebam dessa água que escorre pelas rochas, vem purificada naturalmente e, depois, não mais deixarão de vir à Nazaré!




segunda-feira, 29 de junho de 2009

Le Petit Prince
























Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint Exupéry, filho do conde e da condessa de Foscolombe - 29 de Junho de 1900, Lyon / 31 de Julho de 1944, Mar Mediterrâneo, foi escritor, ilustrador e piloto da Segunda Guerra Mundial.

Faleceu durante uma missão de reconhecimento sobre Grenoble e Annecy. Em 3 de Novembro, em homenagem póstuma, recebeu as maiores honras do exército. Em 2004, os destroços do avião que pilotava foram achados a poucos quilómetros de Marselha, seu corpo jamais foi encontrado.

Suas obras foram caracterizados por alguns elementos em comum, como a aviação, a guerra.

Também escreveu vários artigos para alguns jornais e revistas da França e outros países, sobre mais assuntos, como a guerra civil espanhola e a ocupação alemã da França.

No entanto, deve-se dar uma atenção a este último, O Pequeno Príncipe (O Princepezinho, em Portugal) (1943), romance de maior sucesso de Saint-Exupéry. Foi escrito durante o exílio no Estados Unidos, quando fez visitas a Recife. E para muitos era difícil imaginar que um livro assim pudesse ter sido escrito por um homem como ele.

O Pequeno Príncipe é uma obra aparentemente simples, mas, apenas aprentemente. É profunda e contém todo o pensamento e a "filosofia" de Saint-Exupéry. Apresenta personagens plenos de simbolismos: o rei, o contador, o geômetra, a raposa, a rosa, o adulto solitário e a serpente, entre outros. O Pequeno Príncipe vivia sozinho num planeta do tamanho duma casa que tinha três vulcões, dois activos e um extinto. Tinha também uma flor, uma formosa flor de grande beleza e igual orgulho. Foi o orgulho da rosa que arruinou a tranquilidade do mundo do pequeno príncipe e o levou a começar uma viagem que o trouxe finalmente à Terra, onde encontrou diversos personagens a partir dos quais conseguiu descobrir o segredo do que é realmente importante na vida.

É uma obra que mostra uma profunda mudança de valores, que ensina como nos equivocamos na avaliação das coisas e das pessoas que nos rodeiam e como esses julgamentos nos levam à solidão. Nós nos entregamos a nossas preocupações diárias, nos tornamos adultos de forma definitiva e esquecemos da criança que fomos.

Amar não é olharmos um para o outro, mas sim olharmos ambos na mesma direcção

(foto pequena e texto retirados do google)

(outras fotos, das paredes do quarto dos meus príncipes!)

domingo, 21 de junho de 2009

A Casa do Zé







O Zé é um sem-abrigo de Caldas da Rainha, vivia e dormia num canto dum prédio onde está uma instituição bancária. Há anos que era assim... Sexta-feira chego a Caldas e reparo que na Praça da fruta alguém lhe fez uma casa... tem de tudo um pouco, um tecto, um colchão, uma mesa, um vaso com flores, um sofá com almofadas, uma estante com livros e alguns quadros...
O azulejo identifica-lhe o espaço "Casa do Zé"
Como será na verdade a vida do Zé, ou a tal casa do Zé...
Este trabalho foi feito por jovens que numa homenagem ao Zé, chamam a atenção a quem de direito possa modificar o modo de vida deste homem e de outros sem abrigo.
Não tem qualquer carácter de "gozo", o cantinho dele passou por ter apenas o atravessar a estrada e ficar ainda mais patente aos olhos de quem diz que soluciona ou resolve problemas sociais.
Todos merecem uma casa digna, com algum conforto, até decoração e instrução, como sejam os quadros e a estante com livros.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Noite diferente na "Maria do Mar"



Noites diferentes na Nazaré, ouve-se fado, chegam fadistas de longe e gentes da praia que também sabem falar o fado... guitarras e violas e a sensualidade do fado tão próprio e castiço para que se mantenha a raça e tradição do nosso povo!

Temos a melhor hospitalidade e simpatia das nossas gentes que esperam por quem nos visita, oferecemos uma refeição e uma noite diferente, é só marcar e conversar... e o resto acontece!

Porque a Marina é destas coisas, uma mulher de garra, trabalhadora e a maior amiga do seu amigo! Mil beijinhos te deixo, minha irmã!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Bacalhau

Bacalhaus acabados de pescar
O mar da luta e da pesca, na atenção dos pescadores
Botas utilizadas pelos pescadores nas lides do mar, na pesca do bacalhau
Pescadores carregando os cabazes do pescado
Alguns dos nossos pescadores que andaram embarcados na pesca do bacalhau
Fotos tiradas na exposição que ainda se encontra patente no Centro Cultural da Nazaré, antiga Lota, onde continuamos a fazer mostra de outros tempos das nossas gentes.
Hoje dedico a ti, Silvina, a minha querida irmã Cessa, dia do teu aniversário, uma simples e sincera homenagem ao teu homem que por esses mares também andou!
Um beijão do tamanho do mundo para ti e para o Abílio, que tão cedo nos deixou...


terça-feira, 16 de junho de 2009

Acontece, a toda a hora...

Contra o preconceito!

Não são precisas mais palavras!

domingo, 14 de junho de 2009

COMANDANTE

HAY QUE ENDURECER, PERO SIN PERDER LA TERNURA, JAMÁS


Ernesto Che Guevaara nasceu em Rosário, na Argentina, no dia 14 de Junho de 1928
Viva El Che, El Comandante, siempre!





As homenagens são eternas de tantos cantos do mundo, e aqui, na Nazaré, na noite de fim de ano, num dos palcos, cá estiveram estes compañeros que nos brindaram com o tema que perdurará em todas as vozes e sentimentos.



Como diria Che : "Sonha e serás livre de espírito, luta e serás livre na vida"



"Não quero nunca renunciar à liberdade deliciosa de me enganar"

"HASTA LA VICTÓRIA FINAL!!!"