O meu mar a adivinhar o outono, a ficar "à pedra"... 5.Out.2010
Aqui vai este "Johnnatan seagull" fora do bando, à procura de mais um naco de pão!
24.Set.2010
O sol das férias desfaz sem remédio
Os ramos da estreia deixados na gaveta
No labirinto das hipóteses vãs
Insistem dolentes melodias roucas
Presentes por abrir abandonados nus
Já tardia a sombra desce sobre a nuca
Repete para dentro o que estava longe
Vislumbrada e fugitiva ausência
-Sede de mel a mel semelhante
Prisão de asas em desalinho-
Vai descontar à perfeição o inconsútil
Tolerar gladíolos e o primeiro frio
-José Álvaro Afonso, Furtiva a Luz
Num regresso a outras terras, mais frias, onde o sol não quer entrar e nem o amor chegar! Porque não o quiseste levar, também porque não o trouxeste nem deste nada, apenas exigiste!
Errar é humano, como também é bem verdade que em vez de oferecer um prato com o peixe, deve-se sim dar a cana e ensinar a pescar!
Aprendeste a pescar e bem... mas outros peixes graúdos levaram-te o isco e continuam à pesca, por portas e travessas, como o mar revoltado entrando nas casa das nossas gentes, escancaradamente e sem respeito!
Que Deus te abençoe e te ilumine pela mão dos anjinhos!
